Na última sexta-feira, São Paulo testemunhou uma noite eletrizante com os Red Hot Chili Peppers, que retornaram ao Brasil após três anos, desta vez trazendo o lendário guitarrista John Frusciante de volta ao palco brasileiro após duas décadas. O Morumbi, repleto de fãs ansiosos, explodiu em alegria ao som dos primeiros acordes de Frusciante, uma cena que reforça o caráter icônico do artista para a banda e seus seguidores.

O show começou com hits poderosos como “Can’t Stop”, “The Zephyr Song” e “Snow (Hey Oh)”, arrancando reações fervorosas da multidão. Essa energia se manteve ao longo da noite, especialmente com a entrada de Anthony Kiedis, o carismático vocalista, após os impressionantes solos de bateria de Chad Smith e as atuações energéticas de Flea e Frusciante.

O Estádio Cícero Pompeu de Toledo, lar do São Paulo Futebol Clube, foi transformado em um colossal palco de rock, onde a banda californiana apresentou uma mistura perfeita de clássicos atemporais como “Californication”, “Give it Away” e “Under The Bridge” com as inovações de seu último álbum “Unlimited Love”. A inclusão de “Black Summer” e “Tippa My Tongue” no setlist provou ser um sucesso, com a multidão cantando cada letra com entusiasmo.

Um dos pontos altos da noite foi quando Frusciante prestou tributo a Syd Barrett com a canção “Terrapin”, um momento que realçou a conexão profunda entre a banda e seus fãs. Cada solo de guitarra e interação com o público foi um lembrete da importância de Frusciante para a essência dos Red Hot Chili Peppers.

O show em São Paulo não foi apenas uma performance musical; foi um evento que capturou a essência de uma banda que continua a influenciar e inspirar gerações de fãs de música ao redor do mundo. A presença de Frusciante, combinada com o talento inegável dos outros membros, solidificou essa noite como um marco na história dos shows ao vivo na cidade.